HISTÓRIA DA 3ª REGIAO MILITAR

Volume II: 1889 – 1953

Cláudio Moreira Bento – edição independente – Rio Grande do Sul, 1994

  1. história 2. história militar 3. rio grande do sul

Ingressou no Exército, como soldado em 1950, na 3ª Cia. de Comunicações, então acantonada no atual 9º BIMtz. Noanoseguinte foi para a Escola Preparatória de Porto Alegre, entrando a seguir na Academia Militar de Resende, onde graduou-se oficial na arma de Engenharia em 1955. Cursou a ESAO em 1964 e a EsCEME em 1967-69. Possui o curso de pesquisador de História pelo Estado-Maior do Exército. Integrou a Comissão de História do Exército do EME, de 1971 a 1973, como adjunto da priencia, Na condição de oficial da anva serlu no RGS BAS cidades de São Leopoldo, Beni Gonçalves e Cachoeira do Sul. Gaúcho de Canguçu, onde viveu sua infância e adolescência, e também iniciou suas primeiras letras, não perde oportunidade para enaltecer e expresar seu amor pela terra natal.

Historiador consagrado em assuntos de História Militar do Brasil e em especial a do Exército, possui, após 25 anos de trabalbo, uma reconhecida obra de mais de 30 títulos, plaquetas e álbuns publicados. Destaca-se o livro “Como estudar e pesquisar a História do Exército Brasileiro”, editado sob a forma de manual pelo EME. Nesta “História da 3ª Região Militar”, o Cel. Bento faz um levantamento que abrange cerca de 310 anos de lutas e tensões bélicas, descontínuas, mas muito intensas, vividas pelo povo e terra riograndense, onde a história da 3ª Região Militaré a bistória da formação do povo gaúcho escrita por suas própri- as mãos. Acreditamos que esta bistória se consituirá em importante subsídio para escrever-se, uma História Geral do Rio Grande do Sul, de que tanto resente- se a historiografia gaúcha. Vale ressaltar que o autor é bistoriador membro da Academia Portuguesa da História; do Instituto Histórico e Ge- ográfico Brasileiro; do Instituto de Geo- grafia e História Militar do Brasil (be- nemérito); da Academia Brasileira de História e fundador do Instituto de His- tória e Tradições do Rio Grande do Sul. Integra também instituições estaduaise municipais de História. Ostenta em seu currículo inúmeras distinções e prêmi- os recebidos ao longo de sua proficua carreira.

“Trazer entre os epônimos da família o nome de um grande cabo de guerra era, para o gaúchos da Idade Heróica, o que era para os paulistas entroncar-se na linhagem dos antigos bandeirantes: um título de nobreza e fidalguia. Em cada lar gaúcho ardia, vivaz, a chama do culto de um heróiepônimo, espécie de nume larário e também semideus regional; herói que esteve nas campanhas platinas; que combateu, sob Osório ou sob Caxias, nos campos de Tuiutí e nas barrancas do Paissandú; que viu resplandecer a bandeira da pátria às radiações da vitória em Itororó, em Curupaiti, em Lomas Valentinas, em meil outras batalhas; ou que teve a dita de assistir, junto de Benforabncalves, à alvorada e ao ocaso da república Riogrändense Os fastos guerreiros dos seus contemporâneos, a história das suas lutas contra o estrangeiro ou contra o poder imperial, tudo era recordações que envaideciam aquela população gaúcha, educada sob o alarido dos combates.”

Oliveira Vianna

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