{"id":90,"date":"2024-12-03T10:13:50","date_gmt":"2024-12-03T13:13:50","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalistasassociados.info\/associados\/?p=90"},"modified":"2025-01-22T11:32:34","modified_gmt":"2025-01-22T14:32:34","slug":"historia-da-literatura-ocidental-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalistasassociados.info\/associados\/historia-da-literatura-ocidental-2\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da literatura ocidental VOL II"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-large-font-size\"><strong>Volume II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"689\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/jornalistasassociados.info\/associados\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2024\/12\/20241203_095751-689x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-93\" srcset=\"https:\/\/jornalistasassociados.info\/associados\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2024\/12\/20241203_095751-689x1024.jpg 689w, https:\/\/jornalistasassociados.info\/associados\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2024\/12\/20241203_095751-202x300.jpg 202w, https:\/\/jornalistasassociados.info\/associados\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2024\/12\/20241203_095751-768x1141.jpg 768w, https:\/\/jornalistasassociados.info\/associados\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2024\/12\/20241203_095751-1034x1536.jpg 1034w, https:\/\/jornalistasassociados.info\/associados\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2024\/12\/20241203_095751.jpg 1292w\" sizes=\"auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Carpeaux Otto &#8211; editora &#8220;Senado Federal&#8221; &#8211; Brasilia 2011<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>literatura 2. historia 3. critica 4. sociedade<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Neste segundo volume, o autor desta obra que Carlos Drummond chamou &#8220;livro-chave essencial a cada p\u00e1gina, suscita um problema, desvenda um significado, abre um caminho&#8221;, faz a exegese do Barroco e do Classicismo no mundo ocidental. Aqui est\u00e3o analisados a poesia, o teatro, a epop\u00e9ia e o romance picaresco, entre outros temas e autores, como Cervantes, G\u00f3ngora, Shakespeare e Moli\u00e8re. Ainda no \u0161egundo volume, continua o estudo do neobarroco, o Classicismo racionalista, o pr\u00e9-romantismo, os enciclopedistas e o que chama de o \u00daltimo Classicismo (Classicismo Alem\u00e3o, Alfieri, Ch\u00e9nier, Jane Austen).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Otto Maria Carpeaux poder\u00eda ter sido do que quisesse: cientista, professor, cr\u00edtico de arte, de m\u00fasica ou literatura, lider politico, doutrinador. (&#8230;) Al\u00e9m de ser um homem apaixonado, voluntarioso, combativo, Carpeaux era desses casos raros de capa cidade universal, pois lia e aprendia muitas vezes mais do que os outros.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong><em> Ant\u00f4nio C\u00e2ndido <\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O estilo de Carpeaux \u00e9 muito especial, muito direto, muito denso. O conhecimento de tantas literaturas fundamente assimiladas, imprimiu-lhe, ao mesmo tempo, o m\u00e1ximo de variedade e concentra\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong><em>\u00c1lvaro Lins <\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Quando chegou ao Brasil, e se fez brasileiro de cora\u00e7\u00e3o, alma, pensamento, a sua doa\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa cultura foi precisamente esta: a do humanismo. Enriqueceu o nosso saber, aproximando-nos ainda mais da \u00fanica linha com a qual a cultura brasileira deve correr paralela, se quiser ser uma das sustenta\u00e7\u00f5es do Ocidente: a da cultura europ\u00e9ia.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong><em> Franklin de Oliveira<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> &#8220;O ensa\u00edsmo de O.M. Carpeaux \u00e9 um di\u00e1logo com historicidade profunda de todas as obras. Essa posi\u00e7\u00e3o pode, como tantas outras, virar f\u00f3rmula e produzir leituras redutoras. Mas em um leitor dial\u00e9tico (e Carpeaux foi nosso primeiro leitor dial\u00e9tico) o risco evita-se desde o primeiro passo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong><em>Alfredo Bosi<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esta <em>Hist\u00f3ria da literatura ocidental<\/em>, escrita em menos de dois anos pelo g\u00eanio austr\u00edaco-brasileiro de Otto Maria Carpeaux, \u00e9 simplesmente a maior e melhor hist\u00f3ria da literatura que se conhece em qualquer l\u00edngua e em todo o mundo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong><em>Mauro Gama<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Otto Maria Carpeaux (1900 &#8211; 1978), cidad\u00e3o austr\u00edaco e brasileiro, estudou matem\u00e1tica, f\u00edsica e qu\u00edmica na Universidade de Viena, onde se doutorou em letras e filosofia. Paralelamente, dedicava-se \u00e0 m\u00fasica e \u00e0s ci\u00eancias humanas, orientou-se na linha de pensamento que vai do historicismo alem\u00e3o \u00e0 dial\u00e9tica da Hist\u00f3ria. Patriota, combateu o nazismo e a anexa\u00e7\u00e3o da \u00c1ustria pela Alemanha, tendo sido obrigado (1938) a refugiar-se na B\u00e9lgica. Em 1939 emigrou para o Brasil, onde escreveu a maior parte de sua obra (j\u00e1 publicara cinco livros na Europa): A cinza do purgat\u00f3rio, ensaios (1942), Origens e fins, id. (1943), Presen\u00e7as, id. (1958), Hist\u00f3ria da literatura ocidental (1958-66), Uma nova Hist\u00f3ria da m\u00fasica (1958), Livros na mesa, ensaios (1960), A literatura alem\u00e3 (1964), O Brasil no espelho do mundo, artigos pol\u00edticos (1965), A batalha da Am\u00e9rica Latina, id. (1966), 25 anos de literatura (1968), al\u00e9m de outros livros e numerosos pref\u00e1cios, introdu\u00e7\u00f5es, verbetes de enciclop\u00e9dia&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Volume II Carpeaux Otto &#8211; editora &#8220;Senado Federal&#8221; &#8211; Brasilia 2011 Neste segundo volume, o autor desta obra que Carlos Drummond chamou &#8220;livro-chave essencial a cada p\u00e1gina, suscita um problema, desvenda um significado, abre um caminho&#8221;, faz a exegese do Barroco e do Classicismo no mundo ocidental. 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